11 queijos artesanais brasileiros com probióticos que você precisa conhecer!

Começou a revolução queijeira! Produtos famosos nas suas regiões de origem e queridinhos dos chefs de cozinha, agora começam a ganhar espaço no mercado nacional.

De quebra, estão incentivando muita gente a produzir queijo de qualidade. Garimpamos 11 queijos artesanais brasileiros que você deve conhecer. Vontade de provar alguns deles?

Canastra – São Roque de Minas (MG)

Já é um patrimônio do Brasil. É o produto típico mais importante da região da Serra da Canastra. Produzido há mais de duzentos anos, ele é primo distante do queijo da Serra da Estrela, de Portugal, trazido pelos imigrantes da época do Ciclo do Ouro. O clima, a altitude, os pastos nativos e as águas da Canastra dão a esse queijo um sabor único: forte, meio picante, denso e encorpado. Leite: cru de vaca Textura:Macia Maturação: Variável Produtor: São vários produtores organizados na Associação dos Produtores de Queijo da Canastra

Tulha – Amparo (SP)

Possui casca dura com coloração avermelhada, massa quebradiça e sabor levemente salgado e com um toque adocicado e aroma leve de café. Foi medalha de ouro no World Cheese Awards de 2016. Leite: cru de vaca Textura: DuraMaturação: 12 meses Produtor:Fazenda Atalaia

Giramundo – Itapetininga (SP)

De sobrenome “estilo reino”, este queijo de casca lavada com beterraba – que dá a cor característica na parte de fora – atende às expectativas de quem tem familiaridade com o tipo. É um queijo gostoso, simples e artesanal e vai bem com uma boa goiabada, no tradicional Romeu e Julieta. Leite: vaca pasteurizado.Textura: firme. Maturação: 5 meses. Produtor:Fazenda Santa Luzia

Azul do Bosque – Joanópolis (SP)

Espécie de joia da queijaria, este azul do bosque é o único queijo de cabra de mofo azul do País. Tem sabor pronunciado, picante, massa untuosa e adorável frescor.Leite: cru de cabra. Maturação: 25 dias Textura: macia. Produtor:Capril do Bosque

Mimo da Serra – Natividade da Serra (SP)

A casca rústica e dura, com mofo artificial trazido da França, esconde um interior muito cremoso – seu ponto alto. Inspirado na receita do queijo francês Tomme de Savoie. Leite: cru de vaca. Textura: cremoso. Maturação: 30 a 40 dias. Produtor: no Vale do Paraíba paulista, o francês Christophe Faraud faz outras variedades de queijo de receita francesa.

Ovelha das Vertentes – Itapecerica (MG)

Tem sabores bem complexos, começa difícil, mas cresce na boca, com picos de picância e amargor que se revelam ao final. Leite: cru de ovelha. Textura: firme.Maturação: 90 dias. Produtor: Lara Dias, que está à frente da Sabores da Ovelha, foi até a serra da Canastra para aprender o método de preparo do queijo tradicional da região. Depois, reproduziu a receita utilizando leite de ovelha.

Cuesta – Pardinho (SP)

Agradável com sabor amanteigado, é um queijo fácil, para qualquer ocasião. Pode ser comparado a um parmesão não finalizado – doce e granulado, só que um pouco mais cremoso. Leite: cru de vaca. Textura: macio. Maturação: 6 meses.Produtor: os produtores da Fazenda Santana já criavam gado antes de decidirem investir na produção de queijo, com a ajuda de um especialista francês.

Parmesão artesanal – Alagoa (MG)

Apesar do nome, em nada se assemelha com o queijo italiano. Este tem sabor potente e picante. Leite: cru de vaca. Textura: macio. Maturação: mínimo de 90 dias. Produtor: uma cooperativa de mais de cem produtores no município de Alagoa (MG), no alto da serra da Mantiqueira, é a responsável pela identidade deste queijo, tradicional da região.

Raclette Mineiro – Almenara (MG)

De aroma simples e sabor complexo, como o próprio nome já diz, se sai bem no preparo da tradicional receita suíça. Leite: cru de vaca. Textura: firme e elástico.Maturação: 45 a 60 dias. Produtor: A Fazenda São Francisco, do suíço Dieter Müller e sua mulher, a brasileira Soraya, produzem esse queijo no Vale do Jequitinhonha.

Venda Nova – Venda Nova do Imigrante (ES)

Este é um queijo fácil, por assim dizer: suave na boca e com boa acidez, equilibrado do começo ao fim. Um bom queijo de mesa, ótimo para acompanhar um café mineiro. Leite: cru de vaca. Textura: amanteigado. Maturação: 30 a 45 dias.Produtor: a serra capixaba é região de imigrantes italianos, como Amedeo Mazocca faz outros dois tipos de queijo de receita italiana.

Serrano – São José dos Ausentes (RS)

Este “canastra” do Sul é tradicional nos campos da serra gaúcha. A região mineral confere sabor intenso e forte aroma de azeitona. Recentemente foi aprovada a indicação geográfica para os produtos da região Leite: cru de vaca.Textura: amanteigado (semiduro). Maturação: 120 dias. Produtor: Antonio Lopes é quem está por trás deste queijo (feito em pequena escala) e do movimento queijeiro da região – fazendo escola para outros produtores.   Fonte: Site de produtores e Paladar Estadão

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julio tafforelli

Engenheiro químico, estudou psicanálisedurante vários anos e outrs terapia altenativas foi atendente no CVV. Conhece bem a índole humana e os caminhos de mudança interior. Pratica meditacão

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